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Monthly Archives: Outubro 2013

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Conselhos de culinária. Publicidade ao purificador ambiente Desinfex.

“Para que o pão duro…

… pareça fresco basta proceder do seguinte modo: passe-o por água (da torneira) e depois de bem molhado meta-o no forno (quente), em que o deixará aquecer de um lado e do outro, antes de o tirar.”

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Conselhos de culinária.

“O aroma do café

… Muitas pessoas ignoram que ele depende do moinho de café. Uma vez por semana, dever-se-á moer nele pão torrado. Além disso, o triturador cobre-se de uma fina camada de óleo de café que se torna rançoso e pode prejudicar o aroma.”

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Artigo sobre a Escola Prática Comercial Raúl Dória, no Porto. Nas imagens: os directores Raúl Dória, Silva Dória e J. Campos Vaz; o edifício e parque da escola; e os escritórios comerciais.

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Artigo sobre o hospital civil e militar de S. Tomé. Nas imagens: os pavilhões europeus, com as enfermarias de inferiores, 3ª classe, geral, e 4ª classe; a enfermaria de medicine e cirurgia no pavilhão de indígenas; a fachada do edifício; o chefe da secretaria, alferes Paula Pinto; o capitão-médico Vieira; o coronel director do hospital, Montenegro; o tenente-médico Fontainhas; Cardoso, facultativo civil em comissão; a enfermeira Guilhermina Machado Vidal, da Cruz Vermelha; e o laboratório bactereológico.

Ilustração Portugueza, No. 563, December 4 1916 - 22a

“O hospital civil e militar de S. Tomé, que é já hoje, com os seus 10 pavilhões, além do corpo central, cosinha, casa mortuaria e estufa de desinfeção, um dos mais importantes do continente africano, tem merecido ao sr. governador Boto Machado particular atenção. (…)

Projeta o ilustre governador, n’este ano economico, vedar o recinto hospitalar, concluir o calcetamento entre os pavilhões, construir uma enfermaria de isolamento e iluminar o hospital a luz eletrica.”

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Artigo de Artur Gonçalves Moreira sobre o monumento erigido na antiga fortaleza do Bié à memória de António Francisco Ferreira Silva Porto, fundador da povoação de Belmonte que abriu ao comércio português a zona produtora de borracha de além-Cuanza. Em sua homenagem é também inaugurado em Belmonte um teatro com o seu nome, durante as festas comemorativas do sexto aniversário da proclamação da República, em que também houve uma recolha de fundos enviada à Cruzada das Mulheres Portuguesas em Angola a favor dos soldados portugueses na guerra, e uma quermesse, bem como espectáculos tauromáquicos.

Nas imagens: o administrador José Manuel da Costa discursa durante o descerramento da lápide; a lápide; e a 28ª companhia indígena de infantaria, que policiava o além Quanza, o administrador da circunscrição, e o seu comandante e tenente de infantaria Augusto Lopes Guerra.

“Há 26 anos suicidou-se na antiga fortaleza do Bié o velho sertanejo que se chamava Antonio Francisco Ferreira Silva Porto. Este benemerito português, que em 1854, por ordem do Governo, fez a travessia de Benguela á contra-costa e antes de todos os exploradores americanos e inglêses descobriu as nascentes do Zambeze, segundo uma recente comunicação do sr. Ernesto de Vasconcelos, foi o fundador da povoação de Belmonte e abriu o comercio português a rica zona produtora de borracha de além-Cuanza.

A população do Bié, acaba de pagar agora, modestamente, essa grande divida de gratidão, elevando no proprio local em que Silva Porto se suicidou, envolto na bandeira portuguêsa, uma lapide comemorando esse grande gesto patriotico, por iniciativa do administrador da circunscrição sr. José Manuel da Costa, que procurou por todos os meios dar a este acto o maior brilho.”

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Portugal na Guerra. Morrem o major de artilharia Leopoldo Jorge da Silva, comandante da coluna de Massassi em Moçambique, ferido pelos alemães junto à povoação de Kiwanda; e Raúl de Andrade, tenente do quadro auxiliar de artilharia, durante uma acção comandada pelo ex-soba do Cuanhama, Maudeme.

Afonso Vieira Dionísio, comandante do ex-vapor alemão Machico (originalmente chamado Colmar), salva o seu navio de uma perseguição por um submarino alemão.

“(Deve-se) á coragem do seu comandante (…) o seu salvamento pelo sangue frio que manteve em todas as manobras que ordenou para se safar, sem avarias de qualquer especie, da ferocidade terrivel com que os nossos inimigos perseguem os adversarios. A sua chegada a Lisboa foi uma das mais freneticas alegrias para os que anciosamente o esperavam, sobretudo para as familias dos seus tripulantes que estavam justamente intranquilas.”

A barca Emília, da praça do Porto, propriedade da firma Esteves Soares & Cª, é afundada por um submarino inimigo, quando se dirigia a Nova Orleans, com um carregamento de madeira.

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“Retratos de mulheres, essa… a que brinca com a verdade”. Na sua crónica “Daqui, dali, dacolá…”, J. de Oliveira Cosme queixa-se que os olhos das lampreias de ovos, em tempos comestíveis, passaram a ser de vidro.