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Monthly Archives: Fevereiro 2016

Crónica Feminina, Nº 1277, Maio 14 1981 - 53

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Artigo sobre as crianças.

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Eva, December 1977 - 21

Via T do blogue Dias que Voam. Carregar na imagem para ver em tamanho 1008 x 1389.

Um artigo machista e homofóbico, por Lila May Bueno.

Eva, December 1977 - 22

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“Aos quinze, dezoito ou vinte anos, os filhos são agora quase adultos, a quem foi dada a chave de casa como símbolo de emancipação. Na hora da Universidade, a advertência final de que a única obrigação que têm é de passar, assim como a dela e do pai era torná-los doutores. E as recomendações rotineiras sobre a outra obrigação, que agora já têm, de saber rescolher os amigos: ‘Cuidado com as companhias, as mulheres, os homens, as drogas, os tóxicos, o homssexualismo, a gravidez. Depois, não diga que não foi avisado.’

E ponto final. Agora, é a vez dela, entendendo-se por isto o cabeleireiro sem hora certa para saír, os cházinhos com as amigas, a leitura digestiva, os filmes amenos. E também de se cuidar, já que o marido, que se cuida tanto e nunca passou por uma gravidez, vive empunhando o retrato de casamento como a prova cabal de que a mulher com quem casou já não é mais aquela.”

Eva, December 1977 - 20

Via T do blogue Dias que Voam. Carregar na imagem para ver em tamanho 1017 x 1383.

Entrevista de Carvalho Gomes à jornalista Vera Lagoa, fotos de Velo Gomes.

“A revolução embebeda muitos e fez medo a muitos mais… Há pessoas que pareciam perfeitamente rectas e tornaram-se, depois de Abril de 74, pequenos denunciantes… Há meses, ao falar de um colega (o nome não interessa, para não lhe dar projecção…) escrevi que ele tinha uma vocação irresistível: a de ‘pide’. Pois houve um homem (que trabalhou na Pide durante muitos anos) que me escreveu dizendo que eu havia cometido um erro: devia ter escrito ‘bufo’ em vez de ‘pide’, pois pertencer à antiga polícia política, não significava, obrigatoriamente, ser um denunciante. Pois muito bem: muitos portugueses se tornaram ‘bufos’ depois da Revolução. Já teriam a tal vocação irresistível. Basta-lhes aproveitar a oportunidade…”

Eva, December 1977 - 19

Via T do blogue Dias que Voam. Carregar na imagem para ver em tamanho 1011 x 1392.

Entrevista de Carvalho Gomes à jornalista Vera Lagoa, fotos de Velo Gomes.

“Acho absolutamente ridículo ser feminista, porque me considero uma mulher realizada. Trabalho desde muito nova e sempre tive direitos e deveres iguais aos dos homens. O feminismo, em minha opinião, é uma luta de mulheres frustradas que pretendem uma igualdade que nunca atingiram…”

Crónica Feminina, Nº 1277, Maio 14 1981 - 49

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Artigo de Jorge Ramos sobre as poetisas gregas, desde a antiguidade até hoje.

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Crónica Feminina, Nº 1277, Maio 14 1981 - 49a

“Por isso mesmo, alguns nomes ascendem ao prestígio universal, como Maria Polidori (nasceu em 1902 e suicidou-se aos 27 anos, deixando uma obra de extraordinária intensidade lírica) cujos poemas se encontram traduzidos em várias línguas, e têm aparecido em sucessivas edições em quase todos os países da Europa. Uma poesia rejuvenescida, nela perpassando um sopro de vitalidade, procurando temas profundos e mais largos caminhos, inaugura a fase revolucionária do modernismo com as obras de Rita Boumi, que dirige o Jornal dosPoetas, em Atenas, com Dantella Glezi, autora de inúmeros poemas idílicos tendo por motivo as ilhas do Egeu, com Kattina Paisis para quem a poesia é a luz do sonho a iluminar um mundo mágico.”

Crónica Feminina, Nº 1277, Maio 14 1981 - 48

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Artigo em que as mulheres são responsabilizadas por os maridos não passarem tempo em casa.

“Desconfie dos excessos da sua imaginação que lhe apresentam o seu marido no meio de orgias fantásticas. Há muitos homens, que realmente trabalham durante os serões, para proporcionar à família um padrão melhor de vida. Mas você, que antes de mais nada é a companheira desse homem, deve observar se ele não exagera ao fixar objectivos muito altos.”