Panorama, No. 22, 1944 – 62, 63

Panorama, No. 22, 1944 - 62

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O conto “Melodia melancólica sobre um tema vulgar”, por Augusto Pinto, ilustrado por Carlos Botelho.

“E êste Mar de Outono parece que parou. Que já nem a vaga vagueta, na sua fímbria, se faz e desfaz. Que já nem espuma tem. Solidão. Silêncio. Melancolia. Que importa a manhã diáfana, extática, tôda em tons de pérola, da côr do peito das rôlas marinhas, da curva das conchas e das boquinhas doz búzios, se tudo à roda se dilui em tristeza e em solidão?!”

Panorama, No. 22, 1944 - 63

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“A poesia do Inverno em certa paisagem portuguesa”, por Maria da Graça Azambuja.

“Não havia, ali, a mais leve pincelada de claridade ou, se havia, não alcançava a distância sem medida a que me encontrava do real. Direi mesmo provir de mim o bloco denso de negrume que me rodeava, no qual apetecia caminhar de mãos tateantes. Porque é, sobretudo, interior a luz que nos alumia.”

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