Panorama, No. 22, 1944 – 64, 65

Panorama, No. 22, 1944 - 64

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“A poesia do Inverno em certa paisagem portuguesa”, por Maria da Graça Azambuja.

“Ao invés de me encontrar só, tão gelada por fora como por dentro, na noite fria de inverno, podia estar còmodamente instalada na minha casa da cidade. Leria um bom livro ou, numa obstinação de anos, fixaria a estrêla que se ergue ao lusco-fusco sôbre a colina, tão minha conhecida, que, ao vê-la, quási murmuro: – Boa noite, estrêla!”

Panorama, No. 22, 1944 - 65

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“A poesia do Inverno em certa paisagem portuguesa”, por Maria da Graça Azambuja.

“Os pastores que passavam na estrada, com andar manso de seguir rebanhos, ritmado e lento, ar de predestinados ou loucos, pareciam os mesmos que os meus olhos de outrora tinham visto. Visionara-os partindo como eu, de madrugada, ricos daquele bem interior que não tem palavras nem pensamentos para o traduzir.”

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