Ilustração, No. 6, Março 16 1926 – 24, 25

Ilustração, No. 6, Março 16 1926 - 24

Carregar na imagem para ver em tamanho 1088 x 1548. Via T do blog Dias que Voam.

César de Frias escreve a crítica ao livro “Bustos e Medalhas”, de Júlio Brandão.

“Nos Bustos e Medalhas, com a leveza e a arte expressiva dum Cristoforo Foppa ou dum Bernini, o autor da Maria do Céu e da Nuvem d’Oiro deixou esculpidas, em páginas muito belas, as efígies de perto de três dezenas de príncipes e nobres das letras, desde aquela Mariana Alcoforado, freira dum convento de Beja que extraiu da sua alma dolorida um dos mais célebres monumentos da epistolografia amorosa de todos os tempos, até Anatole France, cuja prosa, pela limpidez e pelo ritmo, reflecte o espírito sereno da arte helénica.”

Ilustração, No. 6, Março 16 1926 - 25

Carregar na imagem para ver em tamanho 1080 x 1560.

Artigo de Carlos Amaro (Frei Carlos) sobre o escritor Camilo Pessanha.

“(…) foi Camilo Pessanha o autêntico iniciador, entre nós, dessa Escola que foi chamada dos Decadentes, perniciosa, sem dúvida, por muitos dos seus exageros, mas que nos legou tantas obras primas, e libertou de vez a Poesia dos apertados moldes que a rebeldia dos românticos tinha, a-pesar-de tudo, conservado, ainda no mais acêso dos seus fragorosos combates.”

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