Ilustração, No. 110, Julho 16, 1930 – 10, 11

Ilustração, No. 110, Julho 16, 1930 - 10

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A crónica de Aquilino Ribeiro, em que este tece elogios ao apoio que a França dá à cultura e à sua língua.

“Se de França desviarmos olhos para Portugal que se nos oferece? Uma literatura mortiça, em regra pobre candeia de azeite a apagar-se, mal reanimada por um ou outro homem de vontade ou lunático, por um ou outro ocioso. Os estadistas portugueses – de letras – só se interessam com as de câmbio. Entre os escritores não há a mínima solidariedade profissional, pois que contar com outra seria numa terra esfacelada uma santíssima utopia.”

Ilustração, No. 110, Julho 16, 1930 - 11

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Morre o escritor Arthur Conan Doyle. O caçador Fernando Campeão posa com um leão que ele matou nos arredores de Lobito, Angola. Alberto Bertola e a sua cadela, que era na altura o único cão conhecido que sofria de estrabismo. Nos E.U. um gato tinha quartos traseiros de coelho, andava aos saltos, não gostava de leite e alimentava-se de ervas.

O cavalo Jativa, do marquês de Valderas, ganhava o Grande Prémio de Madrid de corridas de cavalos. Em Madrid, o Conselho Superior Bancário reunia-se de emergência para impedir a baixa da peseta.

Os ministros do Comércio, Interior e Justila na inauguração do Palácio da Justiça, em Braga.

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