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Pisca-Pisca

Pisca-Pisca, No. 24, February 1970 - 50

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“Trajos de tempos passados”, texto de Olga Alves, ilustrações de Eugénio Silva.

“Em Atenas todas as mulheres usam o pelos, túnica sem mangas que prende no ombro. Dentro de casa, porém, usam apenas o chiton, trajo muito simples, absolutamente igual ao dos homens. O chiton é uma veste feita de um pedaço de pano – que pode ser linho, seda ou lã fina, conforme a estação do ano – com 1 m ou 1,5 m de largura e o dobro de comprimento, no qual as pessoas se envolvem, deixando o tecido cair em largas pregas e prendendo no ombro direito com um fecho.”

Pisca-Pisca, No. 24, February 1970 - back cover

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Na contra-capa, um senador com himaton, e uma dama com pelos, epumis, véu e egkuklón.

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Pisca-Pisca, No. 24, February 1970 - 48

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Os vencedores do Concurso Inspiração, em que foram escolhidos textos sobre o centenário de Pedro Álvares Cabral, com a transcrição do texto vencedor, por Fernando Manuel de Magalhães Mendes. Na imagem, a estátua em Belmonte.

Pisca-Pisca, No. 24, February 1970 - 49

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A correspondência com os leitores, soluções dos passatempos, e publicidade à CP comboios de Portugal.

Pisca-Pisca, No. 24, February 1970 - 46

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“Chapéus e toucados”.

“No século XVI, as mulheres usavam, por cima de adornos engomados, um capuz que podia ter vários formatos. Uma madeixa de cabelo ficava à vista, na frente, e o cabelo era apartado ao meio ou oculto por uma faixa de seda que caía para a testa. Para viajar usavam chapéus copiados dos modelos masculinos.”

Pisca-Pisca, No. 24, February 1970 - 47

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“ABC Filatélico”.

“- Como começar uma colecção?

A resposta deverá ser dada por ti. E a escolha da colecção dependerá de inúmeros factores em que meditarás: as tuas preferências, a possibilidade de obteres selos com pequena despesa, se a tua bolsa é magrinha, ou a de os comprares sem preocupações.”

Pisca-Pisca, No. 24, February 1970 - 44

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A banda desenhada “Carnaval na Selva”, texto de Jean-Pierre Auclert e desenhos de Mouminoux.

Pisca-Pisca, No. 24, February 1970 - 45

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“Chapéus e toucados”.

“Na Idade Média, as mulheres gostavam de trazer a cabeça coberta. Nos séculos XI e XII, usavam-se finos véus de linho, seguros por uma larga faixa. Às vezes, saíam dos véus compridas tranças, frequentemente entrelaçadas com fitas. Por volta do século XIII, as tranças passaram a ser metidas numa espécie de rede denominada templária.”

Pisca-Pisca, No. 24, February 1970 - 34

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Texto de Rui Pedro Represas sobre as grutas de Portugal.

Nas imagens de Abreu Nunes: a Fonte das Pérolas na Gruta dos Moinhos Velhos, a 80 m de profundidade; também na gruta, um acampamento a 120 m de profundidade no areal; um espelólogo na Gruta de Mira d’Aire; uma equipa a 180 m de profundidade, no Labirinto, na Gruta dos Moinhos Velhos.

“A Espeleologia é a técnica que nos permite descer às grutas, é a ciência que nos permite descer às grutas, é a ciência que explica o porquê de tal ou tal gruta, de tal ou tal formação. Assim, são os seguintes os domínios a que o espeleólogo se pode dedicar: CIENTÍFICOS – Espeleogénese (estudo da origem, vida e morte das grutas; estudo das águas subterrâneas, etc.). Paleontologia (estudo dos fósseis). Arqueologia. Climatologia (estudo dos climas subterrâneos). Bioespeleologia (a vida no mundo das cavernas). Mineralogia, etc. CULTURAIS – Fotografias, Cinema, Colecções.”

Pisca-Pisca, No. 24, February 1970 - 35

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A banda desenhada “Carnaval na Selva”, texto de Jean-Pierre Auclert e desenhos de Mouminoux.

Pisca-Pisca, No. 24, February 1970 - 32

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Texto de Rui Pedro Represas sobre as grutas de Portugal, ilustrado com fotografias do Prof. Jorge Terra, cedidas pela Biblioteca da Escola de Brigadas Especiais de Campo.

Nas imagens: a Serra de Aire, morcegos que habitam as cavernas, o Algar das Gralhas na Serra de Montejunto, e ossadas humanas pré-históricas achadas na Lapa dos Morcegos por jovens espeleo-arqueólogos da E. B. E. C..

“E é ao mais recôndito das grutas que os Arqueólogos (aqueles cientistas que constroem a História com base naquilo que encontram e que nos foi deixado de eras remotas) vão colher dados importantíssimos. Não foi há muito tempo que uma equipa das Brigadas Especiais de Campo, sob a orientação do arqueólogo Dr. Farinha dos Santos, recolheu de uma gruta da serra de Aire um esqueleto humano pré-histórico, que está a ser devidamente estudado.”

Pisca-Pisca, No. 24, February 1970 - 33

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Nas imagens: espelólogos a trabalhar na escuridão, um lago, e estalactites numa caverna.

“Todas aquelas curios~issimas formações que vocês conhecem certamente – que se chamam estalactitites e estalagmites, e crescem contínua e lentamente – são obras da Natureza, que tem, nas grutas, autênticos laboratórios naturais. Claro está que estas coisas merecem o máximo de respeito, não só pela beleza natural que dão à gruta, como também pelo trabalho secular e majestosamente oculto que a Natureza teve a produzi-las. É por isso que NÃO SE DEVE PARTIR NADA DO QUE SE ENCONTRA NAS GRUTAS. “