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Maria Eugénia, 1945

Do livro “Maria Eugénia, A Menina da Rádio”, por Rute Silva Correia. Edição Oficina do Livro, 2011.

“O Parque Mayer foi criado no início dos anos 20. Além dos teatros, que o distinguiam de outros recintos de diversões, o Parque atraía os lisboetas de todas as idades com as suas barracas de tirinhos, de fantoches e de fenómenos; as pulgas amestradas, distracções como o labirinto, a roleta diabólica, a laranjinha, carrosséis e carrinhos de choque, lutas de boxe e greco-romana, bailes, patinagem, e diversos circos que ali se instalavam.”

Contemporânea magazine, Eduardo Viana, O Dia do Santo, 1922

Carregar na imagem para ver em tamanho 1570 x 2225.

Via Hemeroteca Digital da Câmara Municipal de Lisboa.

“Eduardo Viana é, entre os pintores da nova geração, d’aquelles que mais aberta e firmemente veem ao encontro das nossas esperanças. Novo, vivo, inquieto quasi sempre, o seu espírito procura com uma anciedade e uma intensão superiores, não simplesmente qualquer coisa que sob o ponto de vista plastico marque originalidade imprevista, mas sim a expressão individual de uma funda necessidade de interpretar com a propria alma e os proprios nervos aquilo que, fóra de si e dentro de si, é edialidade, gosto, ternura, natureza comovida…”

Contemporânea magazine, Eduardo Viana, O Dia do Santo, 1922a

Contemporânea magazine, Eduardo Viana, O Dia do Santo, 1922b

Contemporânea magazine, Eduardo Viana, O Dia do Santo, 1922c

Contemporânea magazine, Eduardo Viana, O Dia do Santo, 1922d

Maria Eugénia, 1944

Do livro “Maria Eugénia, A Menina da Rádio”, por Rute Silva Correia. Edição Oficina do Livro, 2011.

“A imprensa foi unânime em anunciar o sucesso da jovem protagonista: a ‘menina da rádio ideal’, que se destacou no filme de Arthur Duarte pela ‘frescura, simpatia e intuição’ naturais.”