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Contemporânea magazine, Eduardo Viana, O Dia do Santo, 1922

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Via Hemeroteca Digital da Câmara Municipal de Lisboa.

“Eduardo Viana é, entre os pintores da nova geração, d’aquelles que mais aberta e firmemente veem ao encontro das nossas esperanças. Novo, vivo, inquieto quasi sempre, o seu espírito procura com uma anciedade e uma intensão superiores, não simplesmente qualquer coisa que sob o ponto de vista plastico marque originalidade imprevista, mas sim a expressão individual de uma funda necessidade de interpretar com a propria alma e os proprios nervos aquilo que, fóra de si e dentro de si, é edialidade, gosto, ternura, natureza comovida…”

Contemporânea magazine, Eduardo Viana, O Dia do Santo, 1922a

Contemporânea magazine, Eduardo Viana, O Dia do Santo, 1922b

Contemporânea magazine, Eduardo Viana, O Dia do Santo, 1922c

Contemporânea magazine, Eduardo Viana, O Dia do Santo, 1922d

Eva, December 1977 - 13

Via T do blogue Dias que Voam. Carregar na imagem para ver em tamanho 1026 x 1395.

Nos E. U. A., uma exposição dos tesouros do rei Tutankhamon gera um revivalismo do estílo egípcio.

Nas imagens, jóias “egípcias”, criadas pela artista Miriam Haskell.

“Os tesouros do rei Tut foram descobertos em 1922 quando nasceu o entusiasmo pela Egiptologia. As mulheres de Londres faziam o possível para se assemelharem às múmias, tão grande era o encanto. Hoje em dia as roupas nos Estados Unidos não vão tão longe. Bloomingdale e L. Magnin vendem túnicas de Kassar (um desenhador de modas) e calças de algodão egípcio. Como Kassar admite ‘Os Egípcios inventaram a aparência padrão – basta olhar para as suas múmias’. A jovem com gosto pelas coisas misteriosas pode tanto comprar um lenço de Hermes por 55 dólares como um relógio de hieróglifos por 60 dólares.”

Ilustração, No. 115, Outubro 1 1930 - 29

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Artigo e fotos pelo capitão Rocha Vieira, sobre a tradição das romarias em Portugal.

Nas imagens: o Bom Jesus da Cruz, e a Senhora da Saúde, em Montemór, em dia de Romaria, Loures.

“À volta de Lisboa, sem falar da antiga romaria do Senhor da Serra, de Belas, há cercadura de pequeninas capelas com romarias reduzidas, com tôdas as características, porém, da curiosa parada de fé e de folguedo. Em algumas há flagrantes episódios etnográficos, como na escolha da juíza e preferência das suas rústicas companheiras, que, enluvadas e de chapeu, fazem escolta de honra ao andor do Senhor dos Enfermos, em Caneças, no lugar dos Camarões. Outra romaria do aro alfacinha vai à capela de Nossa Senhora da Saude, em Montemór, o ‘monte maor’, cêrca de Loures, formosa capela de azulejos setecentistas, que foram estudados por Vergílio Correia no belo trabalho de Azulejos Datados (Lisboa, 1922, de pág. 13 a 18).”