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Tag Archives: 1972

Modas e Bordados, No. 3179, January 10 1973 - 2

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A ficha técnica e o sumário.

Crítica de Sousa Aguiar ao filme “Tempo de Amar”, por John Cassavets.

“Filme que nos mostra claramente que toda a situação de ruptura e rebeldia, quando não convenientemente apoiada e fundamentada ideològicamente, acaba por desembocar no beco sem saída de ‘integração’ conveniente ou da contestação de superfície.”

Modas e Bordados, No. 3179, January 10 1973 - 3

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Artigo sobre o trabalho da mulher fora do lar.

Foto premiada de Eduardo Gageiro, de homens e mulheres da Nazaré, nos anos 60.

Eduardo Gageiro, Woman from Nazaré, Portugal, 1960s

“Durante o mês de Outubro de 1972 foi realizado um inquérito a 2500 donas de casa portuguesas sobre o trabalho profissional da mulher.

Levado a cabo pelo Ipope (Instituto Português de Opinião Pública e Estudos de Mercado), este inquérito fornece algumas conclusões que interessa talvez analisar.

A pergunta-base posta a estas 2500 mulheres que não trabalham fora de casa foi:

Aprova ou desaprova que a mulher exerça uma profissão apesar de o seu marido ganhar o suficiente para cobrir as despesas familiares?”

Notícia Moçambique Especial, Março 1974 - 6

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Artigo sobre o futuro de Moçambique.

“Para se ter ideia do que poderá produzir-se num futuro breve convirá saber que Moçambique é o maior produtor mundial de caju, 200 mil toneladas na última campanha e estima uma produção na ordem das 300 mil a partir de 1978. As exportações em 1972 renderam mais de quatro milhões de contos, tendo o caju contribuido à sua parte com um milhão e duzentos mil contos.”

Notícia Moçambique Especial, Março 1974 - 7

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Artigo sobre o futuro de Moçambique.

“Excelentes (perspectivas) são também as que se deparam à actividade açucareira, cuja produção vem conhecendo nos últimos anos um aumento explisov, que lhe permite, não obstante o consumo interno ter subido imenso, destinar importante parte para a exportação.”

Panorama, nº8, Junho 1975 - 12

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Artigo sobre a D. S. A. G. (Sociedade Alemanha-África do Sul), uma organização que tinha por objectivo promover relações de amizade entres os povos da Alemanha e a África do Sul.

Nas imagens: Marie-Luise Neumann-Kleinpaul é convidada a pegar numa barra de ouro, durante uma visita de estudantes a uma mina de ouro; e o dr. Rudolf Gruber, Sheila Gruber, e vários meninos.

“Todos os anos, desde 1972, estudantes de expressão alemã visitam a África do Sul durante três meses, a partir de Julho. Nesse primeiro ano, o grupo era constituído por 50 jovens, no ano seguinte foi de 62 e, em 1974, era já de 85.”

Panorama, nº8, Junho 1975 - 13

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Nas imagens: visita de estudantes a uma fábrica de motores da Siemens, e o estudante de montagem de máquinas Franz Kessler, soldador que trabalhou na África de Sul.

“Embora o número de estudantes aumente todos os anos, a sra. Dries tem cada ano menos dificuldade em os colocar. Porque as empresas que conhecem o esquema de férias dos jovens alemães, ou que já tiveram estudantes ao seu serviço, aceitam imediatamente dar trabalho aos novos candidatos.”

Menina e Moça, Dezembro 1972 - capa

Do livro Mocidade Portuguesa Feminina de Irene Flunser Pimentel, editora A Esfera dos Livros, 2007.

“A M&M acompanhou as mudanças no seio da MPF, decorrentes da saída de Maria Guardiola e a sua substituição, como comissária nacional, por Ana Luz Silva. No número de Maio de 1969, desapareceu, da capa, a referência à Mocidade Portuguesa Feminina. Em Outubro desse ano, surgiu ainda a revista semestral Lavores e Trabalhos Manuais, para apaoiar os programas de ensino de lavores e auxiliar as respectivas educadoras da MPF, dirigindo-se também às – poucas – adolescentes não escolarizadas, com uma linguagem simples e rubricas ‘femininas’ de preparação para a vida no lar e o trabalho artesanal.”

R&T, No. 792, January 15 1972 - 57

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A participação canadiana no III Festival Internacional do Filme Turístico, no Palácio Foz. Na Galeria Opinião, uma exposição do trabalho de Leonor Praça. O actor Pascale Audret lança-se no mundo da canção com o disco “Je suis la mome Anita”. A actriz Danièle Gaubert casa-se com o campeão de esqui Jean Claude Killy. O Centro Nacional de Cultura, com direcção de João Benard da Costa, organiza a primeira sessão de um “Jornal Falado”, sobre as actividades literárias e artísticas nacionais.

R&T, No. 792, January 15 1972 - 58

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Crónica sobre o festival da canção.

R&T, No. 792, January 15 1972 - 55

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Artigo de Teresa Botelho sobre o músico americano Frank Zappa, que produzia o filme “200 Motels”.

R&T, No. 792, January 15 1972 - 56

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As novidades no teatro, com destaque para “A Casa de Bernarda Alba”, que ia ser apresentada pelo Teatro Experimental do Porto.

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R&T, No. 792, January 15 1972 - 56a

R&T, No. 792, January 15 1972 - 53

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Entrevista a Miguel Barbosa.

“- A palavra é uma forma de expressão e se se pode dizer o mesmo com um simples gesto ou atitude, por que não? Aliás, isto só vem valorizar o dramaturgo, não anulá-lo ou diminuí-lo. Habitua-se a ser conciso, objectivo, simples, e a não caír no narcisismo de palavras, que podem ser belas mas sem força e inúteis.

– Na sua opinião, o texto dramático pertence à Literatura ou ao Teatro?

– Ao Teatro. A Literatura é, muitas vezes, a maior inimiga do Teatro.”

R&T, No. 792, January 15 1972 - 54

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Entrevista a Miguel Barbosa. Publicidade às urbanizações Lapinha.

R&T, No. 792, January 15 1972 - 51

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Entrevista a Miguel Barbosa.

R&T, No. 792, January 15 1972 - 52

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Entrevista a Miguel Barbosa. Publicidade ao Casino Estoril, à casa de electrodomésticos e decoração Artur Taborda, aos Móveis Portugália, e ao Instituto de Estudos mecanográficos, que oferecia cursos de programação IBM-Univac.

“Miguel Barbosa é o ‘autor não representado’ que apresentamos esta semana aos nossos leitores. A sua produção literária distribui-se pelo conto, novela, crónica, romance e teatro, géneros que vem publicando, com certa irregularidade, desde 1955.”

R&T, No. 792, January 15 1972 - 49

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Artigo de Peter Jones sobre o músico Brian Jones.

“Falei com Curtis sobre a forma de compôr canções. Há compositores que só tomam notas nos maços de cigarros, Paul McCartney tem ‘criado’, muitas vezes, assim. Outros levam isso muito a sério e trabalham horas, como se fosse num escritório.

Diz Curtis: ‘Eu estava sempre a escrever. Aos dez anos já escrevia. Suponho que muitas das coisas eram feitas com minha mãe e minha avó era pregadora dos Travellin Soul Spiritualist Church.”

R&T, No. 792, January 15 1972 - 50

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A crítica da TV, por Botelho da Silva. Publicidade ao Estabelecimento Melodia de aparelhos de música, e ao café Pérola do Rossio.

“Há dias, ao ligar o meu televisor, assisti à chegada de um automóvel a uma aldeia S. O. S. As imagens que se seguiram, banais, convencionais, no estilo ultrapassado que se utilizava há vinte anos em reportagens televisivas, não contribuiram, nem de longe nem de perto, para revelar o que significa a obra das aldeias S. O. S. (…)

Fiquei a pensar então como a nossa RTP deve estar mal servida de rubricas destinadas àqueles que já não são crianças e ainda não são adolescentes, para lhes fornecer, como especialmente concebida para eles, uma reportagem sobre um dos múltiplos aspectos do grave problema social.”