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Tag Archives: 1975

Panorama, nº8, Junho 1975 - 26

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Artigo sobre Pofadder, a terra de Karakul.

“A exploração mineira e a criação de carneiros são as duas principais fontes de receita da região. A riqueza mineira, sob a forma de silimanite, encontra-se a oeste da cidade, nas Pella Refractories de Swartkoppies, e nas fazendas de Wortel e de Koenabib. A última, uma mina em exploração desde 1952, exporta em média 5.000 toneladas anuais de minério, para o Japão. Como Pofadder não é servida por caminhos de ferro, o minério é transportado em grandes camiões até Kalamas, que se situa a 160 quilómetros de distância.”

Panorama, nº8, Junho 1975 - 27

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Nas imagens: vista aérea dos currais da Klein Pella, do comerciante-lavrador R. G. Niemoller, onde se abrigam cerca de 10.000 carneiros karakul; parte do maior rebanho de carneiros karakul da herdade Klein Pella; e as culturas de vinhas, luzerna e legumes de Onseepkans.

“A direcção esclarecida desta herdade, que tornou possível a criação de animais por meio de inseminação artificial, eliminou as desvantagens dos cruzamentos consanguíneos dos animais e tornou maiores as possibilidades de obtenção de belos animais reprodutores e de ovelhas.”

Panorama, nº8, Junho 1975 - 24

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Artigo sobre Pofadder, a terra de Karakul.

“Não há grande diferença de sotaque entre o nome da povoação de Pofadder e ‘puff-adder’ (víbora africana). Daí a pergunta frequente de quem chega a Pofadder e quer saber qual a ligação entre o nome da localidade e aquelas serpentes. ‘Nenhuma – respondem os habitantes, imediatamente irritados – nunca ninguém viu uma dessas víboras nesta região. Outras cobras, há. Mas ‘puff-adders’… nunca!’ E explicam que a região onde se ergue afora Pofadder já pertenceu ao Estado Livre de Orange. Depois dos primeiros tempos de expansão e desenvolvimento, as autoridades de então alugavam ‘fazendas’ aos que chegavam. Em fins de 1889, havia aproximadamente 223.000 hectares de terreno alugados. Entre 1891 e 1892, foram oferecidas as primeiras terras para venda.”

Panorama, nº8, Junho 1975 - 25

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“Para assegurar a alimentação dos seus enormes rebanhos, o proprietário da fazenda ‘Geelvloer’, 30 quilómetros a leste de Pofadder, plantou com êxito o que se chama na região ‘oumansoutbos’, significando ‘arbustos salgados do homem velho’ e que são tecnicamente ‘Atriplex Bloubos’ (erva azul da Austrália), ‘Kochia brevifolia’. Estas plantações são regadas por um gigantesco depósito de quasi 57 quilómetros de circunferência.”

Panorama, nº8, Junho 1975 - 22

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Artigo sobre o mobiliário sul-africano conhecido por Stinkwood.

“‘Ocotes bullata’ é o nome botânico da ‘stinkwood’. Mas para os habitantes do país, e muito para além das fronteiras da África do Sul, essa madeira indígena é conhecida simplesmente por ‘stinkwood’ ou ‘black stinkwood’.”

Panorama, nº8, Junho 1975 - 23

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“Inicialmente, os carregamentos de madeira eram transportados para a Cidade do Cabo em carros vindos das regiões orientais e do extremo Sul do Cabo, em condições muito difíceis. Mas em 1789, o ‘Mermaid’ zarpou de Port Elizabeth com o primeiro carregamento de madeira destinada tanto à construção de casas como ao fabrico de mobiliário. Mais tarde, carros, barcos e até partes de peças de canhão eram feitos com essa madeira.”

Panorama, nº8, Junho 1975 - 20

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É inaugurado o novo rinque de patinagem do Carlton Center de Joanesburgo.

Panorama, nº8, Junho 1975 - 21

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“A Escola de Patinagem do ‘Skyrink’ está operando sob patente da ‘Ice Capades Inc’ (a primeira concedida fora dos Estados Unidos), produtores dos mais belos espectáculos sobre gelo da América, que se exibiram perante mais de cem milhões de espectadores ao longo dos últimos 34 anos.”

Panorama, nº8, Junho 1975 - 14

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Artigo sobre a D. S. A. G. (Sociedade Alemanha-África do Sul), uma organização que tinha por objectivo promover relações de amizade entres os povos da Alemanha e a África do Sul.

Nas imagens: estudantes alemães tomam chá com o dr. F. L. R. Butler, do C. S. I. R.; a professora Ingeborg Gutfleisch, ensina alemão a empregados da Siemens; o alemão Arndt Hanauska trabalha na divisão de componentes electrónicos de uma firma de Joanesburgo; e o estudante de Direito Rudolph Kaindl serve café aos clientes do café Wien de Joanesburgo.

Panorama, nº8, Junho 1975 - 15

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Artigo sobre a D. S. A. G. (Sociedade Alemanha-África do Sul), uma organização que tinha por objectivo promover relações de amizade entres os povos da Alemanha e a África do Sul.

Nas imagens: Barbara Breitenstein, da Universidade de Munster, ensina cartografia a estudantes alemães.

“A ideia do dr. Gruber ao propor o seu plano era a de conseguir estabelecer melhor compreensão internacional, dando às pessoas a oportunidade de falarem umas com as outras, de aprenderem a respeitar os pontos de vista dos outros e a deixarem-se mergulhar durante um certo tempo na maneira de viver de outros povos.”

Panorama, nº8, Junho 1975 - 12

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Artigo sobre a D. S. A. G. (Sociedade Alemanha-África do Sul), uma organização que tinha por objectivo promover relações de amizade entres os povos da Alemanha e a África do Sul.

Nas imagens: Marie-Luise Neumann-Kleinpaul é convidada a pegar numa barra de ouro, durante uma visita de estudantes a uma mina de ouro; e o dr. Rudolf Gruber, Sheila Gruber, e vários meninos.

“Todos os anos, desde 1972, estudantes de expressão alemã visitam a África do Sul durante três meses, a partir de Julho. Nesse primeiro ano, o grupo era constituído por 50 jovens, no ano seguinte foi de 62 e, em 1974, era já de 85.”

Panorama, nº8, Junho 1975 - 13

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Nas imagens: visita de estudantes a uma fábrica de motores da Siemens, e o estudante de montagem de máquinas Franz Kessler, soldador que trabalhou na África de Sul.

“Embora o número de estudantes aumente todos os anos, a sra. Dries tem cada ano menos dificuldade em os colocar. Porque as empresas que conhecem o esquema de férias dos jovens alemães, ou que já tiveram estudantes ao seu serviço, aceitam imediatamente dar trabalho aos novos candidatos.”

Panorama, nº8, Junho 1975 - 10

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Info-pub sobre o Clube Alpino da África do Sul, no Ben Macdhui, o mais alto dos picos da Montanha do Dragão meridional, no ordeste do Cabo; onde se deu o Primeiro Campeonato Sul-Africano de Esqui.

Na imagem, o esquiador austríaco Sigrid Pacher.

Panorama, nº8, Junho 1975 - 11

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Nas imagens: a esquiadora britânica Liz Millet, e o esquiador sul-africano Terry Rowe; e o pico do Ben Macdhui.

“Outros objectivos importantes do clube serão o de proteger as montanhas da África do Sul contra o vandalismo e os incêndios e o de dar apoio à legislação de protecção às florestas, à caça e às flores silvestres.”

Panorama, nº8, Junho 1975 - 8

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Artigo sobre um monumento aos Voortrekkers (funantes da África do Sul) inaugurado em 1949.

Nas imagens: a abóbada e um dos quadros do Friso dos Heróis; a Tapeçaria dos Voortrekkers, 15 painéis, que se encontra no monumento, e que descreve as suas actividades domésticas e culturais (esta cena descreve o local onde acamparam em Thaba Nchu); estátuas de líderes Voortrekkers, erigidas nos quatro cantos exteriores do monumento (Piet Retief, Andries Hendrik Potgieter, Andres Pretorius, e o “Líder desconhecido”, que representa todos os outros Trekkers; e o Monumento aos Voortrekkers, em Pretória.

“Num nicho do átrio ao nível do solo arde uma chama perpétua. A chama foi trazida da Cidade do Cabo, a pé, por membros do Movimento Voortrekker (organização similar à dos escuteiros) em 1938, tendo sido acesa junto da estátua do fundador da África do Sul, Jan van Riebeeck.”

Panorama, nº8, Junho 1975 - 9

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Nas imagens: a inauguração do Monumento; estátua (pelo escultor Anton van Wouw) da mãe-funante protegendo os filhos, em frente da entrada principal do monumento; a chama perpétua, no átrio térreo do monumento; reconstituição dum acampamento, no museu; e parte do Friso dos Heróis.

“O lançamento da primeira pedra na Colina do Monumento em 1938 foi precedido de uma confluência simbólica de carros vindos de todos os pontos do país para Pretória. Antes da inauguração, em 1949, correios a cavalo, partindo de vários entreposto sul-africanos, dirigiram-se também para Pretória. Vinte e cinco anos depois, um movimento em sentido contrário teve lugar – e foi do ponto fulcral do monumento que partiram mensagens de aniversário para os quatro cantos da África do Sul.”