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Tag Archives: arte

Ilustração, No. 110, Julho 16, 1930 - 26

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Artigo sobre a relação do pintor espanhol Goya e a duquesa de Alba, supostamente a inspiração para o célebre quadro “Maja Desnuda.”

“O citado autor do Voyage de Figaro en Espagne, que também a viu, pinta-a assim: ‘Na duquesa de Alba não há um só cabelo que não inspire desejos. Nada nu mundo há tão formoso como ela; seria impossível fazê-la melhor (Goya era decerto da mesma opinião) ainda que a mandassem fazer de encomenda. Quando ela passa tôda a gente assoma às janelas e até as crianças param de brincar.'”

Ilustração, No. 110, Julho 16, 1930 - 27

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Artigo sobre a relação do pintor espanhol Goya e a duquesa de Alba, supostamente a inspiração para o célebre quadro “Maja Desnuda.” Nas imagens, a duquesa de Alba, e a rainha Maria Luísa.

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Lady, Nº 5, Fevereiro 1957 - 68

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Continuação do artigo “Nos silenciosos domínios de Osírios”, sobre relíquias egípcias. Sugestão de um bordado para um babete. Publicidade ao comércio na Rua Augusta, em S. Paulo.

“Havia uma profusão de cofres, todos vasculhados pelos ladrões, uns de alabastro, com gravações coloridas, outros de madeira, com ornatos de faiança azul e enfeites dourados. Lindas sandálias e vestes diversas, cobertas de pedrarias, foram encontradas no salão. Um dos vestidos estava enfeitado com 3.000 rosinhas de ouro. Um cofre belíssimo, com pinturas figurando caçadas e batalhas, revelava um senso artístico apuradíssimo. Viam-se três grandes caixões apoiados contra a parede do lado oeste.”

Lady, Nº 5, Fevereiro 1957 - 69

Carregar na imagem para ver em tamanho 904 x 1300.

Continuação do artigo “Nos silenciosos domínios de Osírios”, sobre relíquias egípcias.

“Como vemos pela admirável colecção de aderêço do jovem faraó da XVIII dinastia, os homens partilharam, por muito tempo, com as mulheres, o uso dos colares e berloques, revestidos a princípio tais enfeites masculinos de uma significação carismática inconfundível, mas exprimindo mais adiante um sentido psicólogo mui diverso.”

Ilustração, No. 110, Julho 16, 1930 - 12

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É inaugurado em Chantilly um monumento ao marechal Joffre. As linhas aéreas da Finlândia fazem um avião Junker Júnior voar 22.000 km com gasolina Shell sob uma temperatura de 25º abaixo de zero e aterrar no lago Thusula.

Morre o estadista romeno Mironescu. O político espanhol Santiago Alba, cuja entrevista em Paris com D. Afonso XIII foi muito comentada.

A peregrina portuguesa Maria Marcelina de Matos vai a Roma a pé. Apesar dos seus problemas de saúde, o papa Pio XI preside a actos solenes na Basílica de S. Pedro.

Ilustração, No. 110, Julho 16, 1930 - 13

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A poetisa e artista Alice Ogando publica o livro de versos “Chama Eterna”. No Albert Hall de Londres dá-se o Baile do Império, com um cortejo das indústrias britânicas, organizado pela British Legion. Na imagem, modelos vestidas como uma alegoria aos produtos da Cutelaria de Sheffield.

Ilustração, No. 110, Julho 16, 1930 - 13a

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Mário Mendes, homem de teatro e secretário da companhia Amélia Rey Colaço, é homenageado durante uma récita. O ditador de Itália Benito Mussolini passeia nas propriedades do príncipe Ginori, nos arredores de Florença.

O jornalista Nuno Simões visita o Brasil, a convite dos seus conterrâneos, e discursa no Centro do Minho, no Rio de Janeiro.

Ilustração Portugueza, nº472, 1915 - 32

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O Teatro Ginásio é agora dirigido pela actriz Maria Matos. Dá-se uma festa patriótica no Teatro Avenida, cujos lucros reverteram para a subscrição do Século a favor dos feridos de guerra. Uma récita da Escola da Arte de Representar no Teatro Nacional, com a “Salomé” de Oscar Wilde, e a peça “Casa Maldita”, de Ladislau Patrício.

Ilustração Portugueza, nº472, 1915 - 33

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Publicidade ao Pó de Abyssinia Exibard para a asma; ao Século Agrícola; à Perfumaria Balsemão; ao Século Cómico; ao sabonete Vizela; à agência de viagens Aníbal Marques de Sousa; à Companhia do Papel do Prado; e à Consolidated Portrait and Frame Co.

Parte do Concurso das Figuras Nacionais, a silhueta de Santa Joana.

Ilustração Portugueza, nº472, 1915 - 33b Ilustração Portugueza, nº472, 1915 - back cover

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Na contra-capa, as cigarrilhas “medicinais” Belsaúde da Viteri.

Lady, Nº 5, Fevereiro 1957 - 28

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Artigo sobre a escultora brasileira Isabelle de la Sablière, que trabalhava o ferro para criar objectos que combinavam o estético e o funcional. Fotos de Georg Waschinski.

Lady, Nº 5, Fevereiro 1957 - 29

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Artigo de Comtesse Josette Károlyi sobre a escritora Carmen Anes Dias Prudente, que ganhou um prémio da embaixada japonesa pelo seu livro “A mulher japonesa em 2.600 anos de história”, e era a única mulher entre os directores da Associação Paulista de Combate ao Cancro. Fotos de Georg P. Waschinski.

Lady, Nº 5, Fevereiro 1957 - 26

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Artigo sobre a escultora brasileira Isabelle de la Sablière, que trabalhava o ferro para criar objectos que combinavam o estético e o funcional. Fotos de Georg Waschinski.

Na imagem: um carrinho de chá.

“Perguntei-lhe como chegara das artes plásticas e da pantomima ao artesanato do ferro. Respondeu-me que a ligação era lógica e natural.

‘Primeiro – disse ela – gosto de trabalhar o ferro porque responde a uma necessidade linear. Em seguida, sempre gostei de trabalhos manuais e criei muitos acessórios para as pantomimas de Decroux. Enfim, é possível desenhar com o ferro e a escultura de ferro aproxima-se da pantomima por querer também realizar a idéia do movimento. O ferro é maleável..”

Lady, Nº 5, Fevereiro 1957 - 27

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Artigo sobre a escultora brasileira Isabelle de la Sablière, que trabalhava o ferro para criar objectos que combinavam o estético e o funcional. Fotos de Georg Waschinski.

Nas imagens: a artista de maçarico em punho; um manequim; e uma poltrona.

Lady, Nº 5, Fevereiro 1957 - 24

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“… o que mais amo é a doçura da sua ausência”, conto de Diana Saborar, ilustrado por Carlos Sobrino.

Lady, Nº 5, Fevereiro 1957 - 25

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Artigo sobre a escultora brasileira Isabelle de la Sablière, que trabalhava o ferro para criar objectos que combinavam o estético e o funcional. Fotos de Georg Waschinski.

Nas imagens: um bailarino que é um biombo porta-vaso, um arlequim, um Dom Quixote, e uma manequim-fantoche.