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Tag Archives: Cinéfilo

Cinéfilo, No. 73, January 11 1930 - 8

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Lil Dagover.

Cinéfilo, No. 73, January 11 1930 - 9

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Curta biografia da actriz americana Sue Carol.

“Ao terminar os estudos, Sue Carol, que pertence a uma família rica de Chicago, não tem de haver-se com nenhum dêsses problemas complicados que envenenam a vida das raparigas pobres ou feias. (…)

Nenhuma actriz poderia realizar um tipo tam natural de rapariga travêssa. A vida das jovens ricas que se divertem é uma representação constante mas em Sue Carol não havia a mais ligeira sombra de afectação.”

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Cinéfilo, No. 73, January 11 1930 - 6

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Nas estreias, A Tentação (La Tentation), de Jacques de Barroncelli, com Claudia Vitrix e Luclen Dalsace; O Caminheiro (Le Chemineau), de George Monca e Maurice Kéroul, com Henri Baudin e Danin Lorys.

Cartoon do actor Charlie Murray, por Bofarull.

Cinéfilo, No. 73, January 11 1930 - 7

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Publicidade às encadernações da revista. Caricatura de Charlie Chaplin, por Augusto Fraga.

Artigo de Jean Kolb sobre o cinema no ensino militar.

“O filme documentário, projectado nas nossas escolas, já provou que o cinema podia ser educativo sob todos os pontos de vista. Ora, o que dá resultado nas pequenas escolas podeira, talvez, tornar-se também de grande utilidade nas grandes.”

Cinéfilo, No. 73, January 11 1930 - 4

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Gina Manès.

Cinéfilo, No. 73, January 11 1930 - 5

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Nas estreias, Escrava por Amor (Doomsday), de Rowland V. Lee, com Florence Vidor e Gary Cooper; Recém-Casados (Just Married), de Frank Strayer, com Ruth Taylor e James Hall; e Pecados dos Pais (The Sins of the Fathers), de Ludwig Berger, com Emil Jannings e Barry Norton.

Conclusão da entrevista à actriz francesa Gina Manès.

“Escrava por Amor (Doomsday). – A plateia, no fim da exibição desta película, protestou. (…) Vão dizer-nos que já tem cabelos brancos a narrativa de uma mulher, que se entrega devotadamente ao trabalho para conquistar o coração daquele que ama, que um dia fôra desprezado por ela por motivo de outro a ter fascinado com a riqueza. Estamos de acôrdo, mas só nêste capítulo. A-pezar-de tudo, não deixa de nos deliciar, por momentos, a luta íntima que se debate nas almas dos dois apaixonados.”

Cinéfilo, No. 73, January 11 1930 - 2

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Entrevista de Buttuller da Costa à actriz Gina Manès.

“Guarda avançada da ‘maítresse de céans’, vem uma alvíssima galga russa, nostálgica e aristocrática. Estaca diante de mim, olhando-me nos olhos, directamente, honestamente, como os cães o sabem fazer.

Dir-se-hia que quere penetrar as minhas intenções. O exame foi-me manifestamente favorável. ‘Sarah’ aproxima-se para que eu afague e volta-se ao ouvir a dona, que entra, estendendo-me as mãos ambas, numa graça fidalga. Tenho ali Gina Manès, a maior artista do cinema francês, aquela que se disputam actualmente os melhores realizadores…”

Cinéfilo, No. 73, January 11 1930 - 3

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“- Fatigante, o filme falado?

– Muito – e sem grande futuro, a meu vêr. Prefiro o sonoro, embora com algumas scenas faladas, de longe em longe, para dar mais realce à acção. Meu marido é, porém, um adepto do falado. Quere vê-lo?

Ao apêlo, uma voz masculina responde que não está em traje apresentável. ‘O que um homem pode ser ‘coquet’!, exclama ela sorrindo.”