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Tag Archives: culinária

Lady, Nº 5, Fevereiro 1957 - 62

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A culinária por Lygia Vasconcellos, Georg P. Waschinski. Conselhos de culinária, e como fazer uma estante para a cozinha.

“A maneira de garantir às salsichas de Viena as boas-vindas, é torná-las mais apetitosas com recheios diferentes. Corte-as, portanto, pelo meio, mas não completamente, e encha-as com um dos recheios seguintes: tiras de queijo, picados de pepinos azedos ou doces, cebola, bem fininha, ou abacaxi. Envolva cada salsicha numa fatia fina de presunto e segure esta com um palito. Coloque as salsicha numa caçarola, sôbre fogo brando, e deixe-as assar até que o presunto fique bem tostado. Para cada porção de 10 ou 12 ‘hot dogs’, substitua a gordura acumulada na caçarola por 2 xícaras de massa de tomate, 2 colheres, das de chá, de açúcar e 1/4 de colher, das de chá, de mostarda sêca.

Deixe ligar bem e cozinhe a mistura durante 10 ou 15 minutos. Esta quantidade satisfaz de 4 a 6 pessoas.”

Lady, Nº 5, Fevereiro 1957 - 63

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Como usar papel de alumínio, papel de cera ou impermeável, papel absorvente, e papel de jornal. Publicidade aos utensílios de cozinha da Casa Porcelana.

“Pique jornais em minúsculos farrapos, e deixe de môlho várias horas em água, à qual foi adicionada cola. Esprema bem com as duas mãos a pasta resultante, e então mãos à obra pequenos escultores! Depois da figura bem sêca, pode-se colori-la.”

Lady, Nº 5, Fevereiro 1957 - 60

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A culinária por Lygia Vasconcellos, Georg P. Waschinski. Várias receitas, incluindo Salada de Peixe e Verduras, Salada Quente de Batata, Consomé de Gelatina, Abacates Recheados, e Salada de Ovos com Azeitonas, Pepinos e Rabanetes.

Lady, Nº 5, Fevereiro 1957 - 61

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A culinária por Lygia Vasconcellos, Georg P. Waschinski.

Várias receitas, incluindo Salada Mexicana de Feijão, Soufflé de Chocolate, Biscoitos Salgados Muffins, Canja Albuquerque, Tortillas, e Terrina Única de Legumes.

Lady, Nº 5, Fevereiro 1957 - 58

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Conselhos de beleza para os pés, retirados do livro de Olga Tschechowa.

“Em várias estações de águas, na Suécia e na Áustria, as professoras de ginásticas aconselham as suas clientes que se queixam de dôres nos pés, quando cansados, exercícios muito ‘duros’. As coitadinhas têm que equilibrar-se descalças sôbre paus grossos e tortos, sendo obrigadas a levantá-los com os pés para completarem o ‘castigo’…

E mais ainda. Têm que correr com seus pés, mimosos e descalços, sôbre pedregulho e cascalho!

O prémio é a suavidade elástica do andar.”

Lady, Nº 5, Fevereiro 1957 - 59

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A culinária por Lygia Vasconcellos, Georg P. Waschinski.

“Eu não sou bicho para comer isso! – muita gente teria exclamado, outrora, em repúdio às saladas cruas.

Naquela época, porém, o preparo de saladas não era ainda a arte bem desenvolvida de hoje, com variados modos de transformar uma salada gostosa e atraente em refeição completa.”

Século Ilustrado, No. 935, December 3 1955 - 24

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Biografia da cortesã Alphonsine Plessis, em quem a figura literária Dama das Camélias foi inspirada.

Publicidade à margarina Vaqueiro.

Século Ilustrado, No. 935, December 3 1955 - 24a

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Século Ilustrado, No. 935, December 3 1955 - 25

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A tauromaquia, por Pepe Luís.

“Um catedrático de móveis fabricou, em exclusivo, para um restaurante de luxo, com cozinha apropriada para o cliente não engordar, umas luxuosas cadeiras estofadas, que têm, por cima do espaldar, um mostrador de pesagem. O cliente do restaurante senta-se à mesa, escolhe na lista os pratos que prefere e pára na altura em que desejar.

O criado vem depois com a conta. Olha para a balança e faz a inocente subtracção: tantos quilos do freguês e mais os gramas que a balança regista, pronto, é tanto. (…)

Também o restaurante, por outro lao, presta um valioso serviço às pessoas avessas ao menor indício de adiposidade. (…) A grande especialidade da casa é o bife do lombo de repolho, com acompanhamento de cenouras cruas guarnecido vistosamente com rabanetes e espargos. (…)

A sobremesa do restaurante é sempre um doce de vinagre, feito com salsa e alface.

Dizem que é uma maravilha, pois vem do forno, dentro de umas formas como o pudim ‘flan’, perfumado com canela e essência de laranja. Também não serve sopa, nem pão. (…)

Vinho também não existe. Bebem uma água adicionada com bicarbonato em ligeira proporção, para desgaste e imunizar as possíveis perturbações do estômago.”

Publicidade a aulas de dança com o prof. Magalhães Pedroso.

Modas e Bordados, No. 3179, January 10 1973 - 30

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Conselhos de decoração à anos 70, em que paredes cor-de-laranja são normais.

Conselhos de beleza por Bertha Rosa Limpo e M. Manuela Rosa Limpo Caetano, com publicidade à marca Thaber.

Publicidade ao jornal O Século, e aos pudins El Mandarim, com uma receita de Taças de Morangos.

Modas e Bordados, No. 3179, January 10 1973 - 30a

Modas e Bordados, No. 3179, January 10 1973 - 31

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A banda desenhada Gabriela Jones.

Modas e Bordados, No. 3179, January 10 1973 - 31a

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Boletim da M. P. F., Nº 2, Janeiro 1941, Menina e Moça, Nº 35, Março 1950, Curso de Donas de Casa

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Do livro Mocidade Portugueza Feminina por Irene Flunser Pimentel, publicado por A Esfera dos Livros, 2007.

“A MPF começou por introduzir, nas suas actividades, economia doméstica, começando a formar as primeiras instrutoras respectivas, em 1944. Depois o seu plano de actividades de 1947 incluiu, não só a economia doméstica, como a culinária e a puericultura, integradas nos chamados ‘lavores femininos’, que continuaram a ser obrigatórios no ensino primário e no 1º ciclo do liceu até 1966.”

Banquete, Nº 119, Janeiro 1970 - 16

Carregar na imagem para ver em tamanho 1600 x 1124. Revista amavelmente cedida por Margarida Marques.

Publicidade ao chocolate para culinária Belleville da Favorita, com uma receita de Bolo-Rei de Chocolate Belleville; ao Gazcidla da Angol (de Angola); e aos esquentadores CEL a Gazcidla, da Construtora de Esquentadores.

Banquete, Nº 119, Janeiro 1970 - 17

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Publicidade ao robot de cozinha Kenwood Chef, e ao Gazcidla.

Banquete, Nº 119, Janeiro 1970 - 14

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Conclusão de vários artigos, com receitas de Sopa Seca de Bacalhau à Moda da Directora, Creme Aveludado de Tartaruga, Timbale de Mariscos, Mousse de Galinha, e Ananás Recheado.

Banquete, Nº 119, Janeiro 1970 - 15

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Conclusão de vários artigos, com receitas de Canelones com Queijo, Esparguete com Chouriço e Queijo, e Puré de Batata com Cenoura e Cebolada.

Publicidade ao Century Port J. H. Andresen, ao glutamato de sódio Aji-No-Moto, da Diese, e ao Gazcidla, da Distribuidora de Combustíveis Moçacor, de Moçambique.

Banquete, Nº 119, Janeiro 1970 - 15a

“Corte as cenouras aos cubos e as cebolas às rodelas e refogue estas últimas no azeite. Estando louro, junte-lhes às cenouras e o dente de alho, tempere de sal e pimenta e deixe apurar.

À parte, prepare o puré conforme as instruções contidas na embalagem.

Disponha metade do puré na travessa de serviço, vaze a cebolada com cenoura por cima, cubra com o restante puré e risque com um garfo para lhe dar o aspecto rugoso.”

Banquete, Nº 119, Janeiro 1970 - 12

Carregar na imagem para ver em tamanho 1600 x 1124. Revista amavelmente cedida por Margarida Marques.

Pratos vegetarianos: pudim de cenoura, gratinado de esparguete e couve-flor, e crepes com jardineira.

A correspondência com as leitoras.

“M. Silva Porto (Lourenço Marques) –

Depois de experimentar a receita das perdizes, cheguei à conclusão de que poderia utilizar o queijo fresco em substituição do ‘Petit-Suisse’, embora seja diferente.

Voltei a repetir a receita empregando nata e ficou com gordura a mais. O excesso de gordura prejudicou a cozedura da massa, ficando esta encruada na base.

Encontrei outro defeito na receita. Para as perdizes assarem 30 minutos dentro do invólucro de massa, esta não fica loura mas sim tostada em demasia. Se a retirarmos quando dourada, encontramos as perdizes meio cruas, lá dentro.

Convém assar as perdizes durante uns 15 minutos embrulhadas em folhas de alumínio. Deixá-las depois arrefecer e colocá-las na massa e levar novamente ao forno por uns 15 a 20 minutos.

Empreguei geleia de aspic Maggi porque a outra marca não existe à venda aqui na metrópole.

Para ser sincera não fiquei entusiasmada com a receita. Sou contra as aves não desossadas e mais ainda quando escondidas dentro de massa.”

Banquete, Nº 119, Janeiro 1970 - 13

Carregar na imagem para ver em tamanho 1600 x 1125. Revista amavelmente cedida por Margarida Marques.

A correspondência com as leitoras.

Conclusão de vários artigos.

“Tem razão. A confusão entre sopas de peixe, caldeiradas simples e caldeiradas à fragateira, é muito vulgar nos restaurantes da nossa terra. (…) As sopas são simples caldos mais ou menos claros, passados, depois de cozinhados por peneiros finos e que se servem ou como simples caldos, sem qualquer guarnição, ou como sopas, com pão de arroz. (…)

As caldeiradas simples são guisadas com ou sem batatas ou tomates, sem junção de água, muito condimentadas, en geral preparadas com um só peixe. (…)

As caldeiradas à fragateira são caldos de peixe muito perfumados, preparados com as cabeças de peixe, rabos, peles e espinhas, passados depois de bem cozidos por peneiros finos, aromatizados com os vários condimentos nacionais e regionais, sendo nestes caldos, depois de prontos, que se cozem por 15 a 20 minutos de fervura, os peixes prèviamente cortados em filetes ou postas, conforme a carne dos mesmos for menos ou mais dura.”

Banquete, Nº 119, Janeiro 1970 - 10

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Ana Rita ensina a converter uma armação de madeira para apanhar lagostas numa mesa, e uma gaveta numa secretária.

Artigo de E. Barreiro Pires sobre as relações entre a FIPREGA e a Restauração. Nas imagens, uma moderna aparelhagem de uma cave em Riquewihr (Alsácia), uma explicação da fase do engarrafamento de vinho de Alsácia, e prensas modernas em caves de Riquewihr.

Banquete, Nº 119, Janeiro 1970 - 11

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Pratos tradicionais: Bacalhau à Rocha Borges, Belinhóis, Pastelinhos Carilados, Cavacas de Farinha de Milho, e Cavacas de Espuma.