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Tag Archives: Natal

Século Ilustrado, No. 935, December 3 1955 - 4

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Biografia do fotógrafo britânico Horace Narbeth, especializado em nús artísticos.

“Perguntaram a Horace Narbeth, fotógrafo de arte, o que pensava do valor actual da Vénus de Milo. Roye tem mulher e três filhos, e por isso fala com insuspeitável equidade de opinião. É, em suma, um profissional. ‘As Vénus gregas’ – respondeu – ‘deixaram de ter, quanto a beleza feminina, qualquer valor actual, pois o seu não é mais o tipo de beleza que o homem de hoje gostaria de amar’. Permanece o valor artístico da escultura, aliás altíssimo.”

Curiosidades do mundo. Nas imagens, a actriz italiana Lea Massari, e o actor francês Charles Trenet. O humor dos cartunistas.

“Para não prejudicar a política de boa vontade lançada em Genebra durante a reunião dos ‘Quatro Grandes’, uma grande fábrica americana de automóveis interrompeu a série de emissões radiofónicas que estava a patrocinar e se intitulavam ‘As mistificações do comunismo’.”

Século Ilustrado, No. 935, December 3 1955 - 5

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Os horóscopos.

Publicidade de Natal às máquinas fotográficas Kodak; ao analgésico Aspro; e à publicação Vida Mundial.

Século Ilustrado, No. 935, December 3 1955 - 5b

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Século Ilustrado, No. 935, December 3 1955 - 5a

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Cinéfilo, No. 73, January 11 1930 - 14

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Notícias curtas do cinema internacional. Na foto, a actriz Jenny Jugo, o encenador Hans Behrendt, e Enrico Benfer durante a rodagem de “A União dos Três”.

“Publicou-se na Austria a lei que eleva o termo dos direitos de autor de 30 a 50 anos após a morte daquele. Parece que semelhante decisão provocou o alarme nos meios interessados alemães. Os efeitos far-se hão sentir no que se relaciona com a indústria cinematográfica.”

Cinéfilo, No. 73, January 11 1930 - 15

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Uma fotografia autografada pela actriz Gina Manès.

Cinéfilo, No. 73, January 11 1930 - 15a

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Uma senha oferecida pela revista aos leitores, que lhes dá um desconto para uma ida ao cinema.

Banquete, Nº 119, Janeiro 1970 - 16

Carregar na imagem para ver em tamanho 1600 x 1124. Revista amavelmente cedida por Margarida Marques.

Publicidade ao chocolate para culinária Belleville da Favorita, com uma receita de Bolo-Rei de Chocolate Belleville; ao Gazcidla da Angol (de Angola); e aos esquentadores CEL a Gazcidla, da Construtora de Esquentadores.

Banquete, Nº 119, Janeiro 1970 - 17

Carregar na imagem para ver em tamanho 1600 x 1118. Revista amavelmente cedida por Margarida Marques.

Publicidade ao robot de cozinha Kenwood Chef, e ao Gazcidla.

Banquete, Nº 107, Janeiro 1969 - 4

Carregar na imagem para ver em tamanho 2145 x 1500. Revista amavelmente cedida por Margarida Marques.

Artigo de Judite Navarro sobre a tradição do Bolo Rei.

Sugestões para o chá: Sanduíche Xadrez; Bolo de Nozes e Pinhões; e Bolachas Recheadas com Doce de Fruta.

“Mas o ‘bolo-rei’ tem a sua história. A Festa dos Reis remonta à antiga época dos Persas. Gregos e Romanos. Entre estes últimos, ela consistia numa cerimónia cruel. O bolo era distribuído pelos escravos e aquele a quem cabia a fava podia considerar-se rei por um dia. Tudo lhe era dado e concedido, mesmo que os seus caprichos fossem difíceis de satisfazer. Depois, enforcavam-no.”

Banquete, Nº 107, Janeiro 1969 - 5

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Receitas rápidas: Pizza Provençal, Creme Tapimoca, Frango com Amêndias, Escalopes de Carneiro com Laranja, Esparguete com Nata, Presunto e Salsicha, e Creme Fofo de Limão.

“Frango com Amêndoas

Deitar o sal no óleo em lume esperto. Acrescentar as fatias de frango. Salteá-las durante 5 minutos. Adicionar a Madeira e as claras e mexer tudo durante 3 minutos. Acrescentar as amêndoas e cozer mais 3 minutos.

NOTA: Também é delicioso com amendoins ligeiramente torrados.”

Panorama, No. 22, 1944 - 72

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O boletim mensal de turismo, editado pelo Secretariado da Propaganda Nacional, em que se dá informações sobre Viseu e se protesta contra o paganismo do Natal, em vez das tradições católicas.

“Não é o velho de longas barbas brancas, personagem que as desoladas extensões de neve inspirou aos povos nórdicos, nem o hisuto pinheiro de frias agulhas que estão certas na intimidade dos nossos lares, quando se glorifica a Noite Maior da Cristandade – já que nenhum outro povo que ajoelha e reza aos pés da Cruz pode ser mais devoto e crente do que o nosso.”

Panorama, No. 22, 1944 - 73

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O boletim mensal de turismo, editado pelo Secretariado da Propaganda Nacional, em que se dá informações sobre Viseu: igrejas, monumentos, etc; objectos de carácter regional, doçaria, desportos, festas, feiras e romarias; cozinhados regionais; transportes; excursões; alojamentos; e termas.

Panorama, No. 22, 1944 - 24

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“Meditação do Natal, a literatura da infância”, por Adolfo Simões Muller, ilustrações de Ofélia Marques.

“Na verdade, e para concluir esta breve meditação do Natal, não há que trazer a criança até nós: somos nós, pelo contrário, que, numa tentativa de reinfantilização, precisamos de sentir à sua imagem e semelhança, de descer até ela, para que a nossa suba realmente e possa perdurar na imaginação doirada da infância.”

Panorama, No. 22, 1944 - 25

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Artigo sobre Viseu.

“Viseu, capital da Beira Alta e uma das mais típicas cidades portuguesas, cuja origem se conta de muito antes da fundação da nacionalidade, está edificada numa altura planáltica, ponto de cruzamento de estradas, atalaia de vasta região. Desde longa antiguidade ali convergem importantes vias de comércio, que muitas vezes, em tempos passados, foram trilhadas por gente de guerra.”

Panorama, No. 22, 1944 - 22

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“Meditação do Natal, a literatura da infância”, por Adolfo Simões Muller, ilustrações de Ofélia Marques.

Panorama, No. 22, 1944 - 22a

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“O Natal é, por excelência, o período das crianças, o parêntesis luminoso no anio povoado de dúvidas e de sombras. (…) Dir-se-ia que o mundo parou e que estamos em presença da invasão e do domínio do sonho e da fantasia. (…) E sentimos então que poucas tarefas haverá tão meritórias como a de procurar satisfazer a ânsia de maravilhoso de tôdas as crianças, proporcionando-lhes aquêle mínimo da literatura de que necessitam para logo se erguerem, em pleno vôo, para a mais prodigiosa das aventuras.”

Panorama, No. 22, 1944 - 23

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“Meditação do Natal, a literatura da infância”, por Adolfo Simões Muller, ilustrações de Ofélia Marques.

Panorama, No. 22, 1944 - 23a

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“Mas note-se que bem pouco se requere para alimentar a imaginação juvenil, É no ‘Kim’ que Rudyard Kipling põe na boca de um dos seus heróis esta frase: ‘Dêem a uma mulher uma história maravilhosa e a um pássaro-tecelão uma fôlha e um fio, e verão as coisas extraordinárias que êles urdem.”

Mocidade Portuguesa Feminina, Nº 92, Dezembro 1946 - capa

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Do livro Mocidade Portuguesa Feminina de Irene Flunser Pimentel, editora A Esfera dos Livros, 2007.

“Nos artigos sobre religião, especialmente os dos meses de Abril, Maio e Dezembro, respectivamente sobre a Páscoa, o mês de Maria e o Natal, Nossa Senhora de Fátima tinha evidentemente presença assegurada. No entanto, também outros santos surgiam regularmente, muitas vezes em artigos de formação religiosa assinados pelo padre Moreira das Neves, pelo cardeal Cerejeira, pelo arcebispo de Mitilene e pelo padre Gustavo de Almeida, que assinava habitualmente os editoriais.

Nestes, como noutras rubricas e em diversos artigos, era sempre transmitido o ideário nacionalista. (…) No estrangeiro, exceptuando a Espanha, havia sobretudo perigos, entre os quais se contava o ‘modernismo’ dos EUA, criticado a propósito de uma reportagem sobre o pavilhão português na Exposição de Nova Iorque. Este servia evidentemente de contraponto positivo – como tudo o que era português – de um Portugal mitificado de pobres mas dignos camponeses e pescadores, retratados folclórica e bucolicamente na rubrica ‘Conhecimento de Portugal e do seu povo’.”