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Panorama

Panorama, No. 22, 1944 - 82

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Conclusão do conto “A poesia do Inverno”, por Maria da Graça Azambuja.

Publicidade à loja de decoração Calendas, e aos trabalhos em fotogravura da Fotografia Nacional.

Panorama, No. 22, 1944 - 82b

Panorama, No. 22, 1944 - 82a

Panorama, No. 22, 1944 - 83

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Publicidade ao pó de arroz Pompeia, da L. T. Piver; à tipografia da Empresa Nacional de Publicidade; e à revista colonial de arte e literatura “O Mundo Português”, da Agência Geral das Colónias e do Secretariado Nacional de Informação e Cultura Popular.

Panorama, No. 22, 1944 - 83a

Panorama, No. 22, 1944 - 80

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Continuação do conto “A Poesia do Inverno”.

Publicidade à tipografia da Bertrand Irmãos.

Panorama, No. 22, 1944 - 80a

“Mancha ensoalheirada, a água do tanque rebrilhava, e as laranjeiras eram por certo as árvores de frutos doirados sob o céu mais sereno das histórias de fadas. Onde estava o inverno, sinónimo de cinzento e de chuva? Na noite negra da minha vida, ficara na outra margem.”

Panorama, No. 22, 1944 - 81

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Publicidade à Companhia Alcobia de decoração; ao material de construção civil Lusalite; às gabardines Selão (?); e à companhia de seguros Garantia.

Panorama, No. 22, 1944 - 81b

Panorama, No. 22, 1944 - 81a

Panorama, No. 22, 1944 - 78

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Continuação do artigo sobre Viseu. Publicidade aos produtos de beleza Marlice.

Panorama, No. 22, 1944 - 78a

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“Viseu – romana, visigoda, medieval, renascentista e moderna – foi e mentém-se centro vital de uma importante província, mercê da privilegiada localização que lhe deram os seus fundadores e também do espírito empreendedor dos seus habitantes, animados pelo mais puro sentimento beirão e lusíada que ainda hoje permanece vivo.”

Panorama, No. 22, 1944 - 79

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Publicidade ao hotel Aviz, em Lisboa.

Panorama, No. 22, 1944 - 76

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Artigo sobre o turismo em Portugal. Iniciativas e realizações, a regulamentação do Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo, e os serviços do turismo.

“Higiene e velhice não são incompatíveis. Para as conciliar, porém torna-se indispensável compreender e saber, antes de executar. Mais vale, muitas vezes, o camartelo demolidor, do que a reconstrução por artista remendão ou o bonitinho feito para satisfazer o gôsto bairrista do modernista de mau gôsto.

Um bairro antigo, como um solar enobrecido pela trdição, pede o arranjo interior, o saneamento, a integração do seu recheio em condições de acôrdo com o viver de hoje, mas não pode tolerar inovações exteriores que lhe alterem a linha e o estilo.”

Panorama, No. 22, 1944 - 77

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Iniciativas e realizações, a regulamentação do Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo, e os serviços do turismo.

“Na visita de cumprimentos há pouco tempo feita pela direcção do Aero-Clube de Portugal ao director do Secretariado da Aeronáutica Civil, o Sr. tenente-coronel Carlos Magalhães, na qualidade de presidente daquela colectividade, expôs uma série de aspirações da aviação de turismo, entre as quais salientou: – a revisão de subsídios às escolas pela formação de pilôtos; a criação de um campo destinado especialmente à aviação de turismo, e um auxílio ao Aéro-Clube para poder manter-se no nível que lhe compete.

O Sr. tenente-coronel Humberto Delgado declarou que o assunto já tinha merecido a sua espontânea atenção, e tanto assim, que havia ordenado a um dos seus adjuntos que organizasse um inquérito que lhe permitisse traçar uma obra de conjunto, em necessidades e próximas realizações.”

Artigo de João França sobre os costumes madeirenses.

Panorama, No. 22, 1944 - 74

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O boletim mensal de turismo, editado pelo Secretariado da Propaganda Nacional, em que se dá informações sobre Viseu.

“Viseu e seus arredores Um dos itinerários turísticos mais sugestivos, variados e belos do nosso país. É o que tem como ponto de partida a acolhedora cidade de Viseu.”

Panorama, No. 22, 1944 - 75

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Artigo sobre o turismo em Portugal.

“Podemos considerar, na verdade, uma hora revolucionária esta fase da vida turística de Portugal. Por isso, não deve malbaratar-se nem o tempo nem a oportunidade, alienando as possibilidades e vantagens que o Govêrno oferece a todos, sob pena de sermos acoimados pelos vindouros de mais ineptos ou incapazes do que muitos dos que nos antecederam.”

Panorama, No. 22, 1944 - 72

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O boletim mensal de turismo, editado pelo Secretariado da Propaganda Nacional, em que se dá informações sobre Viseu e se protesta contra o paganismo do Natal, em vez das tradições católicas.

“Não é o velho de longas barbas brancas, personagem que as desoladas extensões de neve inspirou aos povos nórdicos, nem o hisuto pinheiro de frias agulhas que estão certas na intimidade dos nossos lares, quando se glorifica a Noite Maior da Cristandade – já que nenhum outro povo que ajoelha e reza aos pés da Cruz pode ser mais devoto e crente do que o nosso.”

Panorama, No. 22, 1944 - 73

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O boletim mensal de turismo, editado pelo Secretariado da Propaganda Nacional, em que se dá informações sobre Viseu: igrejas, monumentos, etc; objectos de carácter regional, doçaria, desportos, festas, feiras e romarias; cozinhados regionais; transportes; excursões; alojamentos; e termas.

Panorama, No. 22, 1944 - 70

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Artigo sobre as cartas de jogar em Portugal.

Nas imagens, gravuras reproduzidas do Tratado do Jogo do Boston, Editorial Ática, 1942: cavaleiros, ás e dama de ouros, de baralhos portugueses.

“O mais famoso baralho nacional é o que foi chamado ‘Belo baralho português’. Ignora-se quem foi o desenhador das figuras (Reis, Damas e Valetes representando personagens e símbolos evocativos da nossa história e da época em que foi feito), mas sabe-se que as cartas foram gravadas (1830 ou 1831) em cobre, na Imprensa Nacional, sem dúvida por um excelente gravador.”

Panorama, No. 22, 1944 - 71

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“O Jogador”, pintura a óleo de Cândido Costa Pinto.

Panorama, No. 22, 1944 - 68

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Artigo sobre as cartas de jogar em Portugal.

Nas imagens, rei, dama, valete e ases de baralhos portugueses da Impressão Régia.

“Na admirável obra ilustrada ‘tratado do Jôgo do Boston’, de Henrique da Silva, com a ‘História das Cartas de Jogar’ em prefácio de Egas Moniz, que a ‘Ática’ editou em 1942, diz-se, a certa altura, que a história do fabrico de cartas em Portugal está por fazer. ‘Conhecem-se as que saíram da Impressão Régia, a partir do século XVIII (1769 a 1870) e as de alguns fabricantes que se lhe seguiram’.”

Panorama, No. 22, 1944 - 69

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Artigo sobre as cartas de jogar em Portugal.

Nas imagens: reis, valetes e damas do Belo Baralho Português, gravado e impresso em Lisboa, na Imprensa Nacional (1830 ou 1831).

Panorama, No. 22, 1944 - 69b

Panorama, No. 22, 1944 - 69a